
Uma investigação cuidadosa dos aspectos neurológicos e cognitivos.
É um método de investigação que busca compreender se os comportamentos apresentados pela pessoa avaliada estão relacionados a fatores neurológicos e/ou cognitivos. O processo também investiga se os padrões identificados correspondem a alguma descrição diagnóstica presente em manuais como a CID e o DSM.
Faltava uma pergunta.

Sou psicóloga comportamental e neuropsicóloga clínica, formada pela UFSCar, com mestrado em Educação Especial pela mesma universidade. Atuo desde 2008 como psicóloga do Centro de Reabilitação do Hospital das Clínicas da FMUSP — Ribeirão Preto, e mantenho clínica particular desde 2011. Também sou supervisora e professora de cursos de pós-graduação em Neuropsicologia.
Nesses mais de vinte anos, atendi pessoas que chegavam com o mesmo repertório: o cansaço que dormir não resolve, a energia gasta em decidir se aquilo aconteceu mesmo, a regra de ter que ser duas vezes melhor — que nunca desligou.
Minha formação articula três campos: neuropsicologia clínica, que me dá o rigor de entender como o sistema aprende e automatiza respostas — a mesma que ensino e supervisiono na pós-graduação; ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso), que orienta o trabalho para a direção do que importa, em vez da guerra contra o que dói; e clínica afrodiaspórica, que coloca o contexto dentro da conversa desde o primeiro encontro.
A pergunta que reorganizou o meu trabalho não foi "o que há de errado com você?". Foi outra: o que está exigindo isso de você — e o que você quer fazer com a energia que ficar disponível?
Psicóloga do Centro de Reabilitação desde 2008 — mais de 18 anos de prática institucional em saúde.
Desde 2011, em psicologia comportamental contextual — Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT).
Supervisora e professora de cursos de pós-graduação em Neuropsicologia.
Bacharelado em Psicologia (1999–2003) e Mestrado em Educação Especial (2007–2010).
O sofrimento não é sinal de que algo está quebrado em você.
É sinal de que você ainda está vivo dentro de uma estrutura que tenta apagá-lo. Meu trabalho começa aí.
É o centro do trabalho, não um nicho dentro de uma clínica geral.
Minha clínica é voltada a pessoas negras. Na prática, isso muda uma coisa decisiva: o contexto entra na primeira conversa — não depois de meses explicando por que aquilo doeu.
Muita gente que me procura conta a mesma cena: trouxe algo racial numa terapia anterior e, do outro lado, veio silêncio. Ou veio a pergunta se não tinha sido impressão. E aí aprendeu a fazer terapia pela metade.
O problema disso é técnico, não só emocional. Quando o contexto fica de fora, o trabalho acaba pedindo que a pessoa reveja a própria leitura de realidade. Ela melhora de humor — e piora de confiança em si.
Aqui, a camada que você deixou de fora é o ponto de partida. Quando a escuta já sabe que aquilo é plausível, a tarefa de verificar cessa. E a energia que estava presa ali fica disponível para outra coisa.

Três movimentos, na ordem em que o trabalho acontece.

Dar nome funcional ao que hoje só tem nome moral. O cansaço que dormir não resolve, a verificação constante, a força que não pode falhar — nada disso é defeito seu. É um sistema fazendo exatamente o que aprendeu a fazer. Reconhecer muda a pergunta.
Entender onde cada resposta foi aprendida — e o que ela protegeu. Muita coisa que hoje pesa foi, em algum momento, exatamente o que protegeu. Reconhecer a herança não é rejeitá-la: é poder escolher o que dela ainda serve.
Quando a vigilância baixa, sobra energia — e sobra uma pergunta: para onde você quer que ela vá? Direção não é meta. É saber o que você quer que o seu dia sirva, e deixar que isso oriente as escolhas pequenas.
Psicoterapia não promete cura, resultado ou prazo — e desconfie de quem promete. O que posso afirmar é o que o trabalho faz: constrói, com método, uma relação diferente com o que hoje consome a sua energia.
Cinco minutos, no link desta página. Ele traz todas as informações sobre formatos e investimento, e faz a nossa primeira conversa começar mais fundo. Eu leio tudo antes de responder.
50 minutos dedicados à sua história e ao seu contexto, com uma devolutiva ao final sobre o que apareceu — e sobre o que um acompanhamento poderia trabalhar. Não é uma entrevista de seleção: é o encontro que permite às duas partes decidir se faz sentido seguir juntas. Se não fizer, eu indico caminhos.
Contínuo, com horário fixo reservado só para você. Trabalho com frequência semanal e quinzenal, e converso caso a caso sobre o formato que cabe no momento de cada pessoa.
O método, no seu ritmo — para quem não vai fazer terapia agora.
Nem todo mundo vai começar um acompanhamento neste momento — por agenda, por distância, por escolha. Para essas pessoas existe o Percurso de Autocuidado: conteúdo meu, com o mesmo raciocínio que sustenta a clínica, organizado em cinco módulos que seguem os três movimentos do método — Nomear, Raiz e Direção.
O Percurso não é terapia e não substitui acompanhamento individual. É honesto e trabalha. E, se em algum momento você quiser ir mais fundo, a clínica existe para isso.

Eu respondo pessoalmente todas as mensagens — em duas janelas por dia útil.
Se você busca atendimento, o caminho é o formulário — ele faz a nossa primeira conversa começar três camadas mais fundo.
Respondo das 11h às 12h e das 17h às 18h,
de segunda a sexta.
Fora das janelas, a resposta automática orienta o caminho.
Nenhum dos contatos acima é canal de emergência. Se você estiver em sofrimento intenso ou em risco agora, procure:
CVV — 188 (24h, gratuito, de qualquer telefone) · SAMU — 192 · CAPS da sua região — ou o pronto-socorro mais próximo.
Desabafar faz alguma coisa — ser escutada sem interrupção muda o corpo, e isso não é pouco. O que o desabafo sozinho não alcança é o padrão que se repete. O trabalho clínico começa quando a gente para de examinar o episódio e passa a olhar o padrão que ele repete. Aliviar a pressão e mudar de lugar são duas coisas diferentes; as duas importam.
Todas as informações sobre formatos e investimento estão no formulário — e no retorno individual que eu envio depois de ler o que você escreveu. É assim por uma razão ética: o Código de Ética da Psicologia veda o uso do preço como propaganda, e informar cada pessoa diretamente é a forma correta de fazer isso.
As informações sobre modalidade e horários estão no formulário e na primeira conversa. O que posso adiantar: o acompanhamento tem horário fixo, reservado só para você.
Se o que você precisa não for o que eu faço melhor, eu digo — e indico profissionais em quem confio. Encaminhar bem também é o meu trabalho. A Escuta Inicial existe justamente para as duas partes decidirem com honestidade.
Não — nem anonimizados, nem com autorização. É uma regra minha e é o que garante que este espaço seja seguro. O que você encontra no meu perfil é demonstração de raciocínio clínico: se a descrição fizer sentido para você, isso diz mais do que qualquer depoimento diria.
O formulário traz todas as informações — e faz a nossa primeira conversa começar mais fundo.
Preencher o formulário